sábado, 10 de setembro de 2011

2ª MYSTIC FAIR - PALESTRA "A CABALA DAS BRUXAS" 20 Hs - DIA 09 / 10 / 2011 - SÃO PAULO

Aline Santos e Claudiney Prieto

MYSTIC FAIR 2ª EDIÇÃO - DIAS 08 E 09 DE OUTUBRO DE 2011 EM SÃO PAULO



PALESTRA "A CABALA DAS BRUXAS"
Profª Aline Santos

Esta atividade apresenta o simbolismo da Cabala sob uma nova perspectiva, permitindo aos Pagãos tomarem conhecimento do seu imenso valor, e as possibilidades do uso da Cabala na prática da Bruxaria.


AUDITÓRIO 2
DOMINGO DIA 09 DE OUTUBRO DE 2011
Horário: 20 Hs

LOCAL: UNIVERSIDADE CRUZEIRO DO SUL - UNICSUL ANÁLIA FRANCO
AV. Regente Feijó,1295, São Paulo - SP
Ao lado do Shopping Anália Franco.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

YGGDRASIL


Yggdrasil, é um freixo gigante que se eleva até o cosmo. Uma raiz está no horrível mundo de Niflheim, onde a serpente Nighogg se alimenta de cadáveres, e morde a própria árvore.

Uma segunda raiz situa-se em Asgard, o reino divino onde moram as Norns, três velhas que governam o destino dos homens, cujos nomes: são Destino, Ser e Necessidade e elas mantêm Yggdrasil viva, regando esta raiz com a água pura da fonte do destino. Sem esforço podemos associá-las às Parcas gregas.

A terceira raiz está em Jotunheim, a terra dos gigantes. Por baixo dessa raiz está a fonte, onde a cabeça cortada de Mimir diz palavras duras.

Odin pagou com um de seus olhos para beber a percepção e conhecimento dessa fonte.
Mas foi da própria Yggdrasil que Odin, o “Pai de tudo”, o “Deus dos muitos nomes”, obteve o segredo das runas, símbolos mágicos com os quais os homens, dali em diante, poderiam registrar e compreender suas vidas.




Afirma-se também que Odin bebeu longamente da sagrada poção, feita no caldeirão da inspiração do Deus Mimir, para aprender os mistérios da vida e da morte. O preço que pagou por este conhecimento foi a perda de um olho.

Na verdade, o caldeirão é um antigo símbolo da Grande Deusa Mãe e, nestes mitos, podemos facilmente observar vestígios de outros mitos, muito mais arcaicos, de um antigo culto da lua e de magia ctônica, que aos poucos foi sendo substituído, tornando-se secundário, aos mitos patriarcais.
Observe-se que o número nove, é lunar, pois representa as três fases da lua (crescente, cheia e minguante) multiplicadas por si mesmas. Na mitologia pagã, a lua era um símbolo de inspiração, poder psíquico e do aspecto feminino da Natureza, representado pelo atributo da eterna fertilidade da Mãe Terra.


ODIN O DEUS DAS RUNAS E YGGDRASIL A ÁRVORE CÓSMICA


Sob o ponto de vista mitológico, a invenção das runas é creditada ao deus nórdico Odin. Seu nome tem sido considerado como derivado do escandinavo arcaico “OD” que significa “vento” ou “espírito”. Tácito identificou Odin ou Woden (como por vez era chamado pelos germanos) com o Mercúrio romano, também considerado inventor da escrita, naturalmente, entre outros e variadíssimos atributos...

Reza a lenda que Odim, às vezes, passeava por Midgard, a terra do meio, entre os homens.
Sua descrição física, porém, indica uma reputação um tanto sinistra... Costuma ser descrito como um homem alto e magro,coberto por uma longa capa. Os cabelos, cacheados e cinzentos, espalham-se pelos ombros. Sua face possui linhas duras e tem apenas um olho, cujo azul rutilante, parece fixado à distância. O outro olho (ou o que restou dele) é tapado por um chapéu mole, de abas largas, puxadas sobre o lado cego da face. Traz um bastão de abrunheiro e tem como companheiros um lobo e dois corvos, Huginn e Munnin. Dizem que seus corvos, a cada manhã voavam pelo mundo, trazendo-lhe notícias da humanidade. E a cada manhã, ele retribuía a gentileza com riquezas, cortesia com sabedoria, e maus tratos, com vingança..
Tinha o poder de ressuscitar os mortos, adivinhar o futuro, voar pelos céus em seu cavalo de oito patas e metamorfosear-se segundo seu desejo. Os viajantes costumavam encontrá-lo, quando ele passeava pelos campos gelados de Inverno, sob forma humana.




Afirma-se que Odin adquiriu seu conhecimento secreto das runas por um ato de supremo auto-sacrifício. Durante nove longos dias e noites, ficou pendurado no Yggdrasil, E ali permaneceu, mesmo enquanto a árvore era açoitada pelo vento impiedoso.
Empalado por sua própria lança, era a si mesmo que oferecia como sacrifício.E ninguém lhe ofereceu comida ou bebida.. Nem mesmo Ratatosk, o esquilo que sobe e desce a árvore transmitindo os insultos da águia, no topo, para a serpente Nidhogg, no fundo
Finalmente, quando sua terrível provação chegou ao fim, Odin soltou um enorme grito e agarrando as runas, soltou-se da árvore.

Ao levantar-se da morte, porém, ele aprendera muitas coisas escondidas dos homens. Sabia como curar os doentes, sabia como cegar a espada de seus inimigos e como agarrar uma flecha em pleno vôo..


SOBRE OS GRIMÓRIOS...



"Grima" é uma palavra já obsoleta, cujos significados são: "sentimento de agressividade, rancor ou frustração, ódio e raiva.Sua etimologia provável é “grimms", do gótico, 'horrível'. Daí talvez provenha a palavra "grimório", pois os grimórios, ou grimoires, eram livros de encantamentos, rituais mágicos, de natureza, aparentemente, religiosa, que reuniam fórmulas para fazer contato, invocar e escravizar demônios ou outras criaturas do Umbral.
A palavra portuguesa "engrimanço" (ou ingrimanço) tem o sentido de confusão no falar, linguagem arrevesada, artimanha. Viria do francês arcaico “ingremance" ou (ingromance), de mesmo sentido, sendo considerada alteração ou deformação de nigromancia, feitiçaria.
Bom.. Quanto à etimologia, bem poderia ser uma mistura dos dois vocábulos...
A maior coleção de grimórios que se conhece, são manuscritos sobre pergaminho, do acervo da Biblioteca do Arsenal, em Paris. Estes manuscritos têm sido copiados pelos historiadores e estudantes de bruxaria, principalmente do século XIX em diante.

grimório.


Os grimórios que circularam durante a Idade Média, geralmente eram livrinhos cheios de ilustrações simbólicas, mas que continham prescrições e ladainhas satânicas.
Na sua maioria, datam do século XVI ao XVIII, embora os seus compiladores afirmassem (e jurassem, se preciso fosse) que os seus conteúdos se baseavam em textos mui arcaicos, de preferência hebraicos, caldaicos ou egípcios...
Bem... Não pretendo entrar no mérito da questão, pois algumas seitas ocultistas bem conhecidas, usam muita coisa “emprestada” dos velhos grimórios medievais.

Entre os mais conhecidos grimórios, destaca-se a Clavícula de Salomão, que parece apoiar-se substancialmente na astrologia e na cabala, e contém instruções, minuciosas e pormenorizadas, para a invocação de anjos e demônios.
O"Grand Grimoire", embora pretenda ser uma transcrição direta de escritos salomônicos sobre o oculto, parece ter sido baseado principalmente em Agrippa, muito mais recente, e inclui até mesmo uma divertidíssima receita, bem faustiana, para estabelecer um pacto infalível com o Diabo.

Circulou também o “Grimório de Honorius, o Grande", o que, na verdade, parece ter sido uma difamação, pois este papa viveu no século XIII, e acredita-se que o tal grimório tenha sido composto tardiamente, já no século XVI.
Entretanto, o "Honorius", utilizava elementos extraídos da missa católica, em suas instruções para pactuar com o Diabo
Esta preferência por papas, poderia ser explicada como uma forma de legitimar a magia por personagens poderosos, além de “valorizar” as receitas e, é claro, o livro... Os papas mais visados foram Leão, o Grande, e Silvestre II, qualificados de grandes magos.
O "Honorius", por exemplo, utilizava elementos extraídos da missa católica, em suas instruções para pactuar com o Diabo.
Outro grimório super famoso é o chamado "Os Segredos do Inferno, copiado de um manuscrito do século XVI. Este tornou-se um clássico da literatura infernal e trata dos pactos com os Diabos, mas também da pedra filosofal.
E para não dizer que não falei de flores...
Cito ainda o "Enchiridion Leonis Papae", ou seja, "Manual do Papa Leão",que contém orações misteriosas, supostamente enviadas pelo Papa Leão, como presente ao Imperador Carlos Magno.

Até hoje, estes livrinhos são muito populares e, volta e meia, aparece um deles nas livrarias comuns, compilado por algum doutíssimo erudito, apesar de nada se poder afirmar sobre sua autenticidade. Um bom exemplo disso, por aqui, é o "Livro Vermelho e Negro de São Cipriano"

OBS: Os referidos textos nada tem a ver com WICCA, estes textos geralmente são utilizados por praticantes de MAGIA CERIMONIAL ou por OCULTISTAS.


TALISMÃS RÚNICOS

Usado para alcançar a realização de desejos de todos os tipos.


Para afastar forças negativas e proteger contra inimigos


Este símbolo é usado para evitar que os encantamentos, lançados por algum mago rival, possam atuar sobre a pessoa.

Este é o talismã do Amor. Se usado ao pescoço, suspenso por uma corrente de prata, atrairá o amor de quem mais você deseja.

Para atrair dinheiro e prosperidade.

Para a realização de desejos: Copie este signo num pedaço de papel ou grave-o num bastãozinho feito de um ramo de bétula. Coloque-o sob seu travesseiro e seus sonhos tornar-se-ão realidade. Mas ATENÇÃO: Cuidado com o que desejar...

Proteção contra maus espíritos, fantasmas ou duendes.


Proteção contra temporais e naufrágios.Era usado pelos marinheiros escandinavos para que seus barcos não fossem apanhados por tempestades. Entretanto, aplicando a "Lei das Correspondências", estou certa de que você encontrará uma aplicação práticka para ele...

Este é o talismã de Odin. Pode ser usado para curar enfermidades da mente e do espírito, além dos seus reflexos sobre o corpo denso.





Copo comestível de alga pode substituir descartáveis

Nem descartável e nem de vidro copo comestível de alga pode ser solução para meio ambiente.


Fotos: Divulgação

Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.
Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.



Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada.

Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas.

Boa idéia ou não?

Débora Spitzcovsky
Fonte: http://super.abril.com.br

terça-feira, 3 de maio de 2011

OS SETE METAIS SAGRADOS

Os 7 metais sagrados, os planetas, os Arcanjos e as Virtudes que adquirimos são:

Ouro – Sol - Michael (Sucesso e Vitória)
Prata – Lua - Gabriel (Prosperidade e Maternidade))
Mercúrio – planeta Mercúrio - Rafael (Inteligência e Cura)
Cobre – Vênus - Uriel (Amor e Autoestima)
Ferro – Marte - Samael (Força e Entusiasmo)
Estanho – Júpiter - Zacariel (
Prosperidade, Bondade e Justiça)
Chumbo – Saturno - Orifiel (Sabedoria e Transcendência)